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Mamada no comboio...

No Alfa Pendular, a caminho do Porto vai uma senhora nova, muito bem posta e prendada. Bom par de coxas e um par de mamas de se lhe tirar o chapéu.

Leva um bebé ao colo e a páginas tantas, tira uma das mamas para fora e começa a dar o peito ao bebé. Mesmo em frente vai sentado um indivíduo cinquentão com os olhos a sairem-lhe das orbitas, a babar-se e a lamber-se como um tarado…

A senhora cada vez mais incomodada com atitude do mirone javardo, chama a hospedeira e faz-lhe queixa. Após o raspanete da hospedeira, com a ameaça de o entregar à policia ao chegar ao Porto, este toma uma atitude respeitadora e senta-se calmamente no seu canto. Passado uns minutos vira-se para a senhora e educadamente tenta explicar-lhe a razão do se procedimento:

– Minha senhora, peço-lhe encarecidamente que me desculpe sobre o meu comportamento, mas isto foi provocado por um trauma de infância. A minha mãe morreu quando eu nasci e como eu nunca tive contacto com os seios da minha mãe, cada vez que vejo uma cena destas fico descontrolado, se a senhora me deixasse mamar durante um momento o meu trauma ficava resolvido.

A senhora, teve pena do tipo e acedeu a deixá-lo mamar alguns segundos, mas o tipo era rato e começou a chupar e a mexer com a língua nos mamilos de tal maneira que ela começou a ficar altamente excitada. De tal maneira que já gemia, torcia-se, tirou as duas mamas para fora e puxou a saia para cima mesmo com o bebé ao colo.

O tipo chupou até estar satisfeito e largar o seio por vontade própria.

– Ai minha senhora, nem sabe o quanto lhe estou agradecido por esta oportunidade. Finalmente curei-me do meu trauma, muito obrigado.

A senhora que já estava em brasa perguntou-lhe com uma voz lânguida e a tremer:
– Então e não quer mais nada? De certeza?
– Bem: Se tivesse por aí umas bolachinhas, também iam.